Tudo Sobre Minha Transição Capilar

Tudo Sobre Minha Transição Capilar

Transição capilar – a saga (#drama)

Depois de muito perguntarem sobre meu cabelo e minha transição, resolvi fazer um post! Infelizmente, queria fazer um vídeo, mas não tenho tempo de editar e aí ia ficar devendo pra vocês… Então, preferi escrever, mas juro que vai ser rápido, tá? ATA

Vamos começar com a textura do meu cabelo. A camada de cima é um ondulado 2A/B, enquanto a camada de baixo é um 2C. Minha base de comparação dos cachos sempre foi minha mãe, que é um 3B. Por isso, eu sempre achei que meu cabelo não tinha forma definida… Fiz escova progressiva dos 17 aos 20 anos, mas depois acabei não fazendo mais, por causa da tinta. Com o ruivo, não dá pra ter os dois. Quando comecei a pintar, passei a escovar o cabelo sempre que eu lavava – haja tempo e haja paciência, porque eu tenho muito cabelo (apesar de ser fino). Segue ibagens:

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O meu processo de re-cacheamento não tem quase nada a ver com a onda de produtos para cachos que surgiu por aí. Um belo dia, fui dormir na casa do meu namorado e lavei o cabelo de manhã, mas estava sem o meu secador lá (e não ia dar tempo de secar com o secador portátil dele). Daí eu lavei, deixei um pouco do condicionador no cabelo e seja o que Deus quiser. E não é que o cabelo ficou bonito?

Então, de novembro do ano passado até o início de janeiro, começou uma pesquisa incessante por técnicas para modelar o cabelo, como amassar o cacho, quando passar o produto, inclusive com uma visita ao Floreal, o salão dos criadores da DevaCurl. Lá, fiz o cabelo com o Rodrigo Nakamura, que me deu várias dicas pra modelar o cabelo, mas que me disse uma coisa muito importante: só você vai saber o melhor jeito de moldar seu cabelo.

Então na real, eu não tive exatamente uma transição capilar. O conceito base de transição é sair da progressiva ou do alisamento, então fica uma parte do cabelo lisa e uma enrolada. Eu chamaria o meu de soft transição – porque eu apenas parei de escovar. Mas, queira ou não queira, meu cabelo estava muito acostumado com as puxadas da escova, então as dicas do Rodrigo foram úteis pra ajudar meu cabelo a recuperar a forma original. Mesmo assim, ainda sentia dificuldade para finalizar.

Até que uma seguidora (thanks, Fabi!) me recomendou um vídeo da Mari Vasconi, com uma técnica chamada plopping. A Mari tem o cabelo muito parecido com o meu e eu a considero a maior autoridade em cabelo ondulado desse Brasil. Coloquei o vídeo no final do post pra vocês verem.

Finalização para ondulados – the secret

Aí é que tá a técnica de secar e modelar meu cabelo ondulado. Esse processo, apesar de ter muitos passos, dura uns 7 min no máximo. Junto com a Babi da Bella Cosméticos, montamos um kit: o CARLA NO TRABALHO, com o puro creme do milho verde pra você fazer esse rolê no cabelo. Usando o cupom NOTRABALHO, você ganha 10% em compras na loja toda! RAANNNN

  • Lavo e passo condicionador (umas 2x por semana, uso u shampoo transparente pra dar aquela limpada exxxtra);
  • Dou uma espremidinha com uma camiseta de algodão, pra tirar o grosso da água (Hering, tamo aí, se quiser mandar umas brancas pro cabelo e a coleção nova pra fazer look);
  • Passo o creme ativador de cachos numa quantidade razoável, sem fazer fitagem (pro cabelo todo, deve dar umas 2 “moedas de 1 real”)
  • Amasso com a camiseta pra pré modelar
  • Faço o plopping

Deixo 15 – 20 min na touca (o tempo que levo pra me maquiar e me vestir), depois seco com difusor. ATENÇÃO: uso a temperatura no máximo e o vento no mínimo. Seco a raiz primeiro, dando uma levantadinha nela com o difusor e depois vou pras pontas (pra dar menos frizz) – FIZ VIDÍNEOS PRA MOSTRAR!

 

A raiz fica 100% seca, a ponta eu deixo uns 80%. Daí, faço uma mistura de gelatina + mousse (AI Q DILISSA) e passo nos cachos, amassando-os. Depois é vida que segue, o cabelo vai demorar mais uns 20 min pra secar, mas seca com definição! Esse processo com secador deve durar no máximo 10 min. Então não, não dá mais trabalho do que escovar. Enquanto o cabelo seca no plopping, eu me maquio ou tomo café da manhã – coisa que eu não conseguia fazer quando fazia escova.

Sinto que agora meu cabelo está muito mais bem cuidado e tratado, mesmo ainda usando o difusor. Cortei em novembro, estamos em maio e eu ainda não vi nenhuma ponta dupla. A cada 15 ou 20 dias, faço uma nutrição, mas tenho sentido bem menos necessidade. Meu cabelo tem muita definição e fica com um aspecto beach waves que eu adoro!

A única coisa que eu realmente não alcancei ainda é: day after. Meu cabelo perde a forma rápido, então eu acabo tendo que lavar quase todo dia… Quando eu vou ter que acordar cedo no dia seguinte, faço uma escova à noite. Simples assim. Mas agora, faço quando quero (e quanto tá frio), e não porque preciso!

Pronto, chega! Vídeo do plopping abaixo, beijo outro tchau!

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Cronograma Capilar – monte o seu

Cronograma Capilar – monte o seu

Cronograma de Deus, para o seu cabelo.

Pois bem, a parte 1 do post sobre cronograma capilar fez o maior sucesso. Como eu comentei, dividiria o conteúdo de cronograma em várias etapas, para explicar direitinho como ele funciona. Hoje Eu vou falar um pouco pra vocês sobre como adaptar o cronograma ao seu cabelo.

Quando eu comecei a fazer o meu CC, meu cabelo demorava horrores pra secar (depois eu percebi que era falta de hidratação), e as pontas estavam super ásperas e espigadas. Segui à risca as recomendações do cronograma e hoje meu cabelo é outro. Qualquer pessoa que faz o cronograma pode dividir sua vida em antes e depois do CC.

Como eu estou aloca dos infográficos, resolvi fazer mais um (veja os outros que eu fiz aqui e aqui), dessa vez para explicar como você consegue adaptar o CC ao tipo do seu cabelo – avaliando o nível de dano que ele se encontra. A vantagem é que você pode salvar esse infográfico no seu celular e consultar sempre que precisar de um suporte.

No final do post, escrevi um pouquinho sobre cada tipo de cabelo (bem pouco mesmo, já que está tudo na imagem). O post de produtos para o cronograma vai ficar sob responsabilidade da Thainá, que me contou que está fazendo uma super pesquisa.

Baixe aqui o infográfico em alta resolução para o seu cel 🙂

Adaptando o Cronograma Capilar | No Trabalho

Dano severo. Geralmente é o estado que a gente se encontra quando pinta ou faz uma química muito forte com o cabelo desprotegido. IMPORTANTE: nessa fase, a hidratação deixa o cabelo mais elástico ainda, por isso é bom focar em N e R.

Médio dano. É como meu cabelo estava quando eu comecei o meu CC. O foco dessa fase é recuperar a textura do cabelo (a massa foi na fase anterior), por isso aqui fazemos muita nutrição.

Cabelo saudável. Você já está linda e maravilhosa, monamu – agora é só manter. Nosso cabelo perde muita água ao longo do dia, então fazer bastante hidratação é essencial para reduzir o frizz e dar bastante brilho o cabelo.

O que acharam? Agora tá fácil de fazer cronograma, hein?

Beijos, C.

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Cronograma Capilar para Iniciantes

Cronograma Capilar para Iniciantes

Cronograma capilar é amor, é vida, é cabelo de diva.

Vamos falar um pouquinho de cabelo? A maioria de nós mulheres compramos muuuuitos produtos – seja para testar, ou porque a amiga recomendou, ou porque leu nas internets. Mas, você sabe exatamente o que tem nos produtos que você usa e se está os utilizando corretamente, de acordo com a necessidade do seu cabelo? Hoje vou explicar pra vocês como funciona o cronograma capilar e como ele pode salvar sua pele seu cabelo.

O cronograma capilar é uma técnica de cuidado com a juba, que usa um calendário de tratamentos para embelezar suas madeixas. Sabe aquela agendinha de menstruação? Esquece, essa aqui é marlegal. Essa agenda varia de cabelo para cabelo, podendo ser um tratamento mais focado em reconstrução, nutrição ou hidratação – tudo isso para recuperar sua fibra capilar e te devolver a saúde, maciez e o brilho de sempre.

Mas, bora lá, qual a diferença entre os três?

Hidratação (H). Sabe o famoso frizz (cabelo arrepiado)? Sabe quando o cabelo fica armado ou embaraçado demais? Isso é um sinal de que seu cabelo precisa de hidratação. Esse processo ajuda a “amaciar” os fios e repor a água que o cabelo perde no dia a dia, por conta de ar condicionado, sol, clima, secador de cabelo… Para esse procedimento, não existem limites de número máximo de repetições por mês.

Nutrição (N). Você pega nas pontinhas do seu cabelo e elas estão ásperas, porosas… Logo pensa em meter a tesoura. Calma, mana! Não precisa se desesperar! Seu cabelo precisa de nutrição – óleos, gorduras. Quem tem o cabelo muito oleoso não sofre tanto assim desse problema, mas quem tem o cabelo misto pode precisar de mais nutrição. Esse processo é complementar à hidratação e favorece muito os cabelos que passaram por química.

Reconstrução (R). Muitas mulheres, depois de tingir o cabelo, fazer luzes ou de submetê-lo a químicas, ficam com o cabelo fraco, quebradiço… Em muitos casos, a química não dá certo e o cabelo se parte na metade (o temido corte químico), ou então fica cheinho de pontas duplas, triplas, quádruplas… Nesse caso, a reconstrução entra para repor a massa do cabelo e devolver o peso aos seus fios. O ideal é incluir o procedimento no cronograma capilar pelo menos uma vez ao mês.

Tenho aqui pra vocês o cronograma que eu costumo seguir – que é o cronograma oficial – para guiar vocês também… Esses processos podem ser alterados, mas não é recomendável exceder duas reconstruções por mês. O ideal é esperar pelo menos 2 dias (48h) para cada procedimento, como a maioria das pessoas lava o cabelo dia sim, dia não, você alterna esses processos entre as lavagens e tá tudo certo.

Cronograma Capilar | O oficial

Nos próximos posts, vamos dar dicas de como montar um cronograma legal para as necessidades do seu cabelo e quais produtos você pode comprar para começar o seu cronograma asap!

Tem um grupo de cronograma capilar no Facebook, caso alguém se interesse – clique aqui.

Beijos, C.

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