O dia em que eu fiz dieta e… Engordei.

O dia em que eu fiz dieta e… Engordei.

Diário da dieta: parte 1.

Quem me segue no insta e snapchat sabe que, há algumas semanas, lancei com mais três blogueiras da BT (meninas do Querida Noiva e Mon Style) um programa de emagrecimento em parceria com a Clínica Zanuto. O Dr. Ricardo, que encabeça o desafio e empresta seu nome ao espaço, é responsável por um projeto de três meses de acompanhamento e orientação com exercícios e dieta.

Até aí, tudo bem… Fizemos as primeiras medidas e o resultado era um pouco mais tenso do que eu esperava – recém voltada de Belém, com 3 meses de débito na atividade física, era pra imaginar que a situação não estava legal. Eu, que sempre fui atleta, tive dificuldade em olhar o resultado da minha bio impedância e me doeu no coração ouvir o diagnóstico do Zanuto.

Sim, dói no coração ouvir que você está 10kg acima do seu peso ideal.

Dieta montada, plano de exercícios decorado… Era hora de começar a pegar firme. Eu sempre gostei da sensação de dor no dia seguinte a um treino, então voltar a sentir isso era quase um alívio. Como eu trabalho 8h por dia, além do blog, a academia é um real sacrifício: sair de casa com uma mudança dentro do carro, milhares de potes de comida, pós e cápsulas que não acabavam mais. Mas ah, o treino! Chegava lá e dava o meu máximo. Sem enrolar nas pausas, sem dar migué nas repetições – tudo como qualquer bodybuilder faria.

Senti o dobro de disposição, perdi o inchaço na barriga, meu corpo inteiro voltou a funcionar melhor. Os efeitos da mudança alimentar já foram notados na minha primeira semana. Que felicidade!

Até que fui refazer minha bio impedância para acompanhar o andamento do projeto e recebi uma triste notícia: eu havia ganhado peso. Apesar de me comprometer com a dieta (escorregando algumas poucas vezes ao longo de duas semanas – ninguém é de ferro), dar tudo de mim na academia e sentir as roupas ficando mais largas… A balança dizia algo diferente. Pra onde tinha ido todo aquele esforço? Eu estava ainda mais longe do meu peso ideal? Por quê?

Nessas horas, a vontade que a gente tem é de jogar tudo pro alto. Correr para o McDonald’s mais próximo e afogar as mágoas em um Flurry. Logo eu, que adoro comer salada, sou viciada em frutas e apaixonada por gelatina. Logo eu, que sempre fui acostumada a comer direito – vendo as meninas perdendo 3kg e eu ganhando 1,5kg.

O que quero compartilhar aqui com vocês vai muito além do meu diário de dieta: é um relato que eu tenho protelado há muito tempo. A cabeça prega muitas peças na gente, e para assumir um compromisso com um plano de emagrecimento, você precisa estar psicologicamente preparado. Para ouvir que está dando certo e para ouvir que talvez alguma coisa não saiu como planejado.

Mas isso é uma lição aprendida – de que eu não posso desistir. Eu me sinto melhor, me vejo melhor, senti minha auto estima subir uns pontinhos. E foi para isso que eu entrei no programa: para me sentir melhor com o meu corpo. Essa tem que ser a minha motivação para emagrecer.

E você? Qual a sua motivação?

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